
O gesto de tradução expandida inaugura uma comunidade que tem no desejo de “pervivência” das línguas, dos afetos e dos corpos o seu ponto luminoso. Sobre-viver no poema, na melodia das imagens que se desprendem. Escutar com os ouvidos enquanto os olhos atravessam outras paisagens. Viver só em companhia dos pequenos vagalumes que resistem.